domingo, 13 de março de 2011

O Museu Marmottan em Paris






Poucos turistas que chegam a Paris, pela primeira vez, têm nos seus planos visitar este esplêndido museu. Compreendo... As prioridades serão o Louvre (ou devo dizer Mona Lisa?) e o não menos esplêndido Musée D`Orsay. Longas filas os esperarão, principalmente se não forem cedo.
Escondido num bairro residencial chique ( 16º) rodeado por um jardim lindíssimo está um dos museus mais surpreendentes de Paris: O Musée Marmottan. O edifício é um antigo palacete do século XIX pertencente ao coleccionador Jules Marmottan . Em 1957 o filho do médico de Monet e de outros pintores impressionistas da época (como Manet, Pissaro, Sisley e Renoir) doou a sua importante colecção de pintura impressionista a este museu. Foi assim que se tornou num dos mais ricos museus em pintura impressionista . Um dos filhos de Monet doou também inúmeras obras de seu pai em 1966 tornando- o no museu que mais obras de Monet alberga em todo o mundo. Só por isso vale a pena não ignorar este museu...

terça-feira, 1 de março de 2011

O Piano...

O Palácio da Ventura...

O Palácio da Ventura

Sonho que sou um cavaleiro andante.
Por desertos, por sóis, por noite escura,
Paladino do amor, busca anelante
O palácio encantado da Ventura!

Mas já desmaio, exausto e vacilante,
Quebrada a espada já, rota a armadura...
E eis que súbito o avisto, fulgurante
Na sua pompa e aérea formusura!

Com grandes golpes bato à porta e brado:
Eu sou o Vagabundo, o Deserdado...
Abri-vos, portas d'ouro, ante meus ais!

Abrem-se as portas d'ouro, com fragor...
Mas dentro encontro só, cheio de dor,
Silêncio e escuridão -- e nada mais!


Antero de Quental

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Bolonha...


Bolonha, Ravena e Florença são os próximos destinos...
Bolonha, uma enorme cidade universitária tem histórias curiosas. Uma delas está ligada ás torres que se vêem nesta imagem que são actualmente o seu ex-libis. Há uns seculos atrás existiam centenas delas na cidade. Cada familia construia a sua propria torre, tanto mais alta quanto o seu estatuto, importancia e riqueza. Hoje há muito poucas , destruídas ao longo do tempo por razões de segurança.
Ravena, já na costa do Adriático é importante pelos seus vestígios bizantinos e há muito tempo que ambicionava inclui-la num dos meus roteiros.
Florença... Que dizer sobre esta maravilhosa e unica cidade ? Mal visitada em outros tempos (apenas uma tarde)desta vez reservei dois dias que, é certo, continua a ser pouco mas... é o que se arranja.
Para trás ficam ainda Siena e Orvieto ... à espera de uma outra oportunidade.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Barcelona. Recantos inesperados: A escola de Gaudi.


Num recanto mesmo ao lado da "Sagrada Familia", e num local que escapa a muitos turistas, estão dois pequenos edificios curiosos. São duas escolas construidas por Gaudi para os filhos dos trabalhadores da obra. De estrutura simples, mesmo assim é possível adivinhar num pormenor ou noutro o seu estilo.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A importância de um bom guia.



Quem quer viajar de uma forma independente não pode prescindir de um bom guia. Infelizmente, bons guias em Português, conta-se pelos dedos de uma mão… Os únicos guias com alguma qualidade traduzidos em Português são os guias American Express. São guias visualmente muito interessantes mas, frequentemente, desactualizados…As edições que encontramos á venda têm muitas vezes três e mais anos e, nesta matéria convém termos acesso á informação mais actualizada. Em viagem o tempo é limitado e é uma desilusão chegarmos a um local que queremos visitar e constatarmos que está fechado ou que o horário já não é aquele..
É pois importante o domínio ainda que rudimentar do Inglês ou do Francês. Nestas duas línguas o acesso à informação turística é… estonteante.
Pessoalmente gosto, em Francês, dos “Guides Routard”. Apesar da fraca edição valem pela qualidade e actualidade da informação. Devo dizer que nunca um “Guide Routard” me desiludiu. É barato e tem a informação muito bem organizada : Onde dormir, Onde comer, Que visitar. E tudo com informação actualizadíssima (edições anuais). No entanto, quem gosta de ver a fotografia dos locais que quer visitar este não é o guia indicado. Não tem uma única fotografia!
Os guias “Lonely Planet” em Inglês também me agradam. Cobrem quase todo o planeta e a informação é, também, muito completa.
Um conselho: Os guias não são para ler durante a viagem. São para ler previamente. A rentabilização e o sucesso de uma viagem passam por uma leitura prévia e atenta dos mesmos, para não termos surpresas. Não há nada mais desagradável que chegar a um aeroporto ou a uma estação de caminhos de ferro de uma cidade dos nossos sonhos e, não saber que fazer…

A Diva...Silent Wings.